segunda-feira, 30 de abril de 2018

Ementa, planejamento e cronograma do 3º ano - 2º bimestre.


Caros aspirante de cursinho pré-vestibular, vamos começar a criar gosto pelo estudo...

Segue o nosso guia de aulas:
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Aqui está a nossa apostila constando atividades que acumulam pontos em seu boletins:
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E indicações produtivas para os momentos de ócio:
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Abaixo segue quase tudo que precisarão para confecção dos nossos trabalhos desse bimestre, toda capacidade retórica, educação, bom-senso, opinião própria, paciência e disposição para debater argumentar e discutir sem lançar mão de força física terá que partir de vocês...



A obra aristotélica, Ética a Nicômaco:
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Um tratado kantiano sobre a Metafísica dos Costumes:
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O contrassenso espinozista expresso na Ética, em duas versões:
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E a mais recente concepção retratada por Singer em Libertação animal:
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Obs.: Atentem para os livros que vos cedo, alguns tão antigos que apresentam seu índice no final, muito diferente do que vemos hoje em dia. Acostumem-se, pois estes são os melhores!

Espero que divirtam e digladiem-se retoricamente em torno daquilo que não sabem nas nossas aulas...




4 comentários:

  1. Alunos: Caio Bruno N:2, Gabriel N:15, Gleison N:15,Maria Eduarda N:22, Sarah N:35.
    Turma:3003
    A doutrina moral de Kant é independente de qualquer sentido religioso. Sua moral exclui a noção de intenção como elemento de uma alma pura, e o dever não é uma obrigação a ser seguida em virtude de um ente superior. Intenção e dever (em Kant) dependem do sujeito epistemológico (eu transcendental) e não do eu psicológico (indivíduo). Para Kant, o sujeito transcendental trata-se de uma maquinaria (aparelho cognitivo) subjetiva, universal e necessária (presente em todos os homens, em todos os tempos e em todos os lugares). Assim, todo ser saudável possui tal aparato, formado por três campos: a razão, o entendimento (categorias) e a sensibilidade (formas puras da intuição-espaço e tempo).
    Em Kant, a razão (faculdade das idéias) é que preserva os princípios que articulam intenção e dever conforme a autonomia do sujeito. Desse modo segue-se que tais princípios não podem ser negados sem autocontradição. Daí deriva a idéia de liberdade kantiana.
    -O imperativo categórico
    O comando moral que faz com que nossas ações sejam moralmente boas, se expressa no imperativo categórico: “age só segundo máxima tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal” Essa lei está atada à razão pura prática.O exemplo que Kant nos dá (FMC) a respeito da mentira é o mais conhecido. Poderia alguém mentir em benefício próprio, de um ente querido, ou mesmo em favor da humanidade? Kant, nos diz não, pois a mentira jamais poderia ser universalizada sem autocontradição:
    (...) pois, segundo essa lei, não poderia haver propriamente promessa alguma, já que seria inútil afirmar a minha vontade quanto a minhas futuras ações, pois as pessoas não acreditariam em meu fingimento, ou, se precipitadamente o fizessem, pagar-me-iam na mesma moeda. Portanto, a minha máxima, uma vez arvorada em lei universal, destruir-se-ia a si mesma necessariamente
    Desse modo, cada sujeito, tem um alarme acionado na sua consciência moral (com a razão pura prática funcionando), que evidencia essa contradição, alertando que essa ação deve ser refutada, visto que essa ação não pode servir para todos. Assim, consultando a razão pura prática (como deveria alguém agir na minha situação?), constataremos que se todos se utilizassem dessa ação, o mundo seria um verdadeiro caos.
    O imperativo categórico em Kant é uma forma a priori, pura, independente do útil ou prejudicial. É uma escolha voluntária racional, por finalidade e não causalidade. Superam-se os interesses e impõe-se o ser moral, o dever. O dever é o princípio supremo de toda a moralidade (moral deontológica). Dessa forma uma ação é certa quando realizada por um sentimento de dever. A razão é a condição a priori da vontade, por isso independe da experiência.
    -Diferenças entre os imperativos
    Todos os imperativos ordenam, e são fórmulas para exprimir as relações entre as leis objetivas do querer em geral, e a discordância subjetiva da vontade humana.
    Imperativo é hipotético: no caso de a ação ser apenas boa como meio para qualquer outra coisa, ou seja, em vista de algum propósito possível ou real.
    A habilidade na escolha dos meios para atingir o maior bem-estar próprio pode-se chamar sagacidade. Por exemplo, a escolha dos meios para alcançar a própria felicidade (não é um ideal da razão, mas da imaginação), continua sendo um imperativo hipotético (considerados mais como conselhos).
    Imperativo Categórico: não é limitado a nenhuma condição, é um mandamento absoluto (necessário), vale como princípio apodíctico-prático (da razão).
    Segue-se que somente o imperativo categórico equivale a uma lei prática, e os outros imperativos podem ser denominados de princípios da vontade, mas não leis. Pois, conforme nos diz Kant “o mandamento incondicional não deixa à vontade nenhum arbítrio acerca do que ordena, só ele tendo, portanto, em si, aquela necessidade que exigimos na lei”

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  2. Escola: CIEP 165 Brigadeiro Sergio Carvalho
    Matéria: Filosofia Professor: Rodrigo
    Serie: 3º ano Turma: 3001
    Aluno: - Adriano de Souza Meireles da Silva Número: 01
    - Alessandra de Morais Castro Número: 02
    - Amanda de Oliveira dos Santos Número: 08
    - Amanda Lopes Torres Número: 09
    - Ana Julia Carvalho Sodré Número: 11
    - Carlos Alexandre Chacon Caetano Número: 15
    - Felipe de Jesus Araujo da Conceição Número: 24
    - Karolini Costa da Silva Número: 39
    - Leticia Menezes da Silva Lima Número: 41
    - Felipe Santos da Silva Número: 47

    Posicionamento do Grupo

    Diante disso, entende-se que a teoria de Kant poderia ser aplicada em uma sociedade que adotasse todas as suas propostas de forma universal como proposto em sua tese. Para isso, submetesse a um comportamento padrão tanto na forma de pensar (causa) como na forma de agir (razão) seria necessário como manobra para efetivação do “projeto".
    Mesmo diante desse cenário, ainda é preciso salientar que em nossa realidade atual as projeções de Kant não são palpáveis, por estarmos inseridos em um contexto regado de experiência empíricas e conceitos já determinados por essas experiências e influências culturais e naturais que regem as ações de forma quase automática pelos conceitos sociais anteriormente apresentados. Embora a definição de dever moral se implemente de forma proeminente em relação a busca pela “moral”, para que seja válida é necessária, como pré-requisito, toda uma mudança no lado social e mental de uma população.
    A teoria ética kantiana, em resumo, é formalista, pois coloca o conceito de dever como norma universal. Dessa forma, não se preocupa diretamente com a individualidade presente em cada pessoa e suas ações diante do cotidiano. Em síntese, Kant fornece a forma geral de ação moral sem, entretanto, postular como se dever agir em ações individuais.

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  3. Turma: 3002
    Tema: o direito a vida e o não sofrimentoem Peter Singer.
    Alunos: Carlos n: 02, luis henrique n:16, marcia n: 18, maria eduarda n: 19, nayara n: 24, nicole n: 26, thaiane n: 37, wallace bernardino n: 41, wendel n: 43 e Victoria n: 46

    Noções básicas de Ética Prática
    As teorias éticas operam com princípios, valores, ideais, normas, preceitos,
    proibições, permissões, coerentes entre si. A tarefa principal da Ética é justificar a
    existência da moral e oferecer orientação, sejam elas normativas ou prescritivas, para as
    decisões humanas, estabelecendo limites à liberdade. Os assuntos abordados por Singer
    inserem-se dentro da Ética Prática - ramo da Filosofia aplicada ao mundo concreto, real
    e cotidiano. Para Singer a Ética não deve impor noção de certo e errado.
    Existe oposição entre idéias a respeito do
    tema aborto. O argumento principal contra o aborto, adotado pelos conservadores
    revela-se no silogismo: É errado matar um ser humano inocente; Um feto humano é um ser humano inocente;
    Conclusão: Logo, é errado matar um feto humano.
    Os conservadores apontam a continuidade que existe entre o óvulo
    fertilizado e a criança, posição essa difícil de ser refutada pela dificuldade de se
    estabelecer uma linha divisória moralmente significativa entre as diferentes etapas do
    processo que vai da concepção ao nascimento. Enquanto essa não é possível, os
    conservadores defendem a promoção do embrião ao estatuto de criança e assim
    garantem a mesma proteção dada a esta.
    Os liberais, tentaram estabelecer uma linha divisória. Para isso, sugeriram o nascimento, os primeiros movimentos do
    feto e o surgimento de consciência como marcas significativas às quais serão refutadas
    pelos conservadores a fim de demonstrar a continuidade existente entre o embrião e o
    bebê-recém nascido.
    Para os liberais o nascimento é a mais visível das linhas divisórias possíveis
    e coincide com a preferência agradável das pessoas, pois matar um feto que nunca foi
    visto, perturba menos que a morte de um ser visível. Porém a localização de um ser
    dentro ou fora do útero não deve fazer tanta diferença diante da incorreção do ato de
    matá-lo, pois um ser, esteja ele dentro ou fora do útero, possui o mesmo grau de
    consciência e capacidade de sentir dor. Portanto, para os conservadores parece estranho afirmar
    que não se pode matar o bebê prematuro, mas pode-se matar o feto mais desenvolvido
    que o bebê prematuro mencionado.
    Sendo assim, Singer coloca que os liberais não conseguiram estabelecer por
    meio do nascimento a linha divisória que deixaria claro quando se inicia o direito à vida.
    Proposições de Peter em relação ao direito à vida e ao não sofrimento
    1. A dor é ruim, e, não importa quem está sentindo a dor,
    quantidades semelhantes de dor são igualmente ruins. A título de
    ‘dor’ eu incluiria aqui todos os tipos de sofrimento e de aflição. Isso
    não quer dizer que a dor seja a única coisa que é ruim, nem que
    infligir sofrimento seja sempre errado. (...) Por outro lado, prazer e
    felicidade são bons, não importa de quem sejam, embora possa estar
    errado fazer algo para obter prazer e felicidade se, por exemplo, ao
    fazê-lo, prejudicarmos os outros. (Singer, 2002a, p.11).
    2. Os seres humanos não são os únicos seres capazes de sentir dor
    ou aflição. (Singer, 2002a, p.11).
    3. Quando avaliamos a gravidade do ato de tirar uma vida, não
    devemos levar em conta a raça, o sexo, ou a espécie a que pertence o
    indivíduo, mas sim as características do ser individual que está sendo
    morto, como por exemplo seu próprio desejo de continuar a viver ou
    o tipo de vida que é capaz de viver.” (Singer, 2002a, p.12).
    4. Somos responsáveis não só pelo que fazemos, mas também pelo
    que poderíamos ter impedido. (...) Deveríamos pensar nas
    conseqüências daquilo que fazemos e igualmente daquilo que
    decidimos não fazer. (Singer, 2002a, p.12).

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  4. Ciep 165 - Brigadeiro Sérgio Carvalho
    Turma: 3002
    Alunos: Allana, Caroliny Paixão, Laryssa Mercês, Maria Fernanda, Matheus dos Santos, Nicolas Botelho, Rafaela de Souza, Stefany da Silva Malaquias, Thiago Fraga, Victor Emanuel.
    Números: 3, 12, 20, 22, 25, 30, 36, 38, 40 e 49
    Tema: O dever moral em Kant

    Nosso grupo tem como base que para Kant a moral é a capacidade de um indivíduo agir racionalmente, ele tem a crença que todos deveríamos nos comportar de forma igual a que esperaríamos que outra pessoa se comportasse numa mesma situação. Assim transformando em uma lei universal. Nós também percebemos que a moral de Kant é independente de qualquer sentido religioso. Sua moral exclui a noção de intenção de uma alma pura, e o dever não é a obrigação de seguir um ente superior. Em Kant a razão é o que preserva a intenção e dever conforme a autonomia do sujeito. Ou seja que sem a liberdade não pode haver nenhum ato moral, precisamos seguir a um dever para ter a liberdade. Kant chama de subjetivo o tempo e o espaço por não ser propriedade do objetivo, são formas a priori da subjetividade, assim caracteriza a teoria do conhecimento de Kant e o objetivo e um dever que deve ser seguido independente de um capricho pessoal. Sobre os imperativos, no categórico kant diz que se um indivíduo agir de um jeito todo mundo deveria agir igual, pois vai ser bom pra todos e que somos obrigados à fazer tal coisa porque é lei. Já no hipotético tem a ver com o praze satisfatório, Kant diz que ações que são feitas por interesses não deveria ser universal e ações diante do dever não nos respeitam enquanto somos seres humanos. Kant ao desenvolver com sua teoria "autônomo e hetenômo" dizia que uma pessoa autônoma é livre e independente, vive ao estabelecer suas próprias regras, é uma pessoa heterônoma é uma pessoas que tem obediência e dependência segue as leis e regras de um outro.

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